domingo, 6 de junho de 2010

IMBRÍFERO 3 :ZIMBRO=CHUVA


Zetacismo

O zimbro no zinco zizia como um zeugo
Enquanto eu zingo em ziguezagues
Em seu zênite sem zelo
Há um zeugma agre
Que zimbra o zimbro
Sem zunir para zurzir este zinho
Este ode que é zambro do limbo
Às vezes é zanho
E a zimeose sem cura
E um zurro fanho
Estranho estralo por zangrilhar sem culpa
Meio zonzo
Zarro por você zarelha
Sou um zangão e zavo
O zesto e groselha
Sua sobrancelha me deixa zarolho
Rôo seu zigoma que sangra o papiro
Zampo tudo como se fosse manga
Quando queria ser apenas zéfiro
Que desmancha suas madeixas sem zanga
Ou talvez um zefir com respiro
Que cobre o cobre com zelo
Que oculta o seu íntimo que zarro
Mesmo sem atracar em seu zênite de gelo
Que é gêmeo da neblina
Zumbi para o bizarro.

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